aspargos grelhados
com molho de alcaparras

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Neste primavera eu realmente me empanturrei de aspargos. Esse legume tem uma temporada curta, então quando eles aparecem tem que aproveitar. Fiz algumas receitas, muitas delas déjà vus do passado. E fiz muitos deles apenas grelhados na churrasqueira. Aspargos grelhados foram a base de muitos almoços, jantares e marmitas. Essa receita do Ottolenghi publicada pelo NYT foi uma das inéditas que fiz este ano. E ficou muito gostosa.

3 maços de aspargos [usei orgânicos]
2 colheres de sopa de azeite extra-virgem
Sal kosher e pimenta do reino moída na hora a gosto
1/4 xícara de alcaparras, escorridas e secas com uma folha de papel
Raspas da casca de 1 limão
2 colheres de chá de suco de limão
1 dente de alho pequeno [*omiti]
1/3 de xícara de folhas de salsinha picadinhas
1/2 xícara de queijo de cabra macio como chèvre, esmigalhado

Encha uma panela de tamanho médio com água fria e coloque em fogo alto. Quando a água ferver, adicione os espargos, e deixe cozinhar por 1 minuto. Escorra os espargos e lave imediatamente com água fria. Escorra os espargos novamente e coloque em uma tigela média, tempere com 1 colher de sopa de azeite, uma pitada de sal e pimenta do reino. Misture delicadamente e reserve. Adicione os aspargos em em uma grelha ou churrasqueira e deixe por cerca de 2 a 3 minutos, virando algumas vezes, transfira para uma travessa. Faça o molho, misturando as alcaparras com a colher de sopa restante de azeite, as raspas e o suco de limão, o alho e a salsinha. Adicione o queijo de cabra à mistura, mexa delicadamente e despeje sobre os espargos.

Dinner with Jackson Pollock
Dinner with Jackson Pollock Dinner with Jackson Pollock
Dinner with Jackson Pollock Dinner with Jackson Pollock
Dinner with Jackson Pollock Dinner with Jackson Pollock
Dinner with Jackson Pollock Dinner with Jackson Pollock
Dinner with Jackson Pollock Dinner with Jackson Pollock

Fazia um tempinho que não investia em livros e comprei esse do Pollock e outro do Monet. O pacote foi entregue na porta da minha casa quando eu estava viajando a trabalho e quando voltei ele não estava mais lá. Foi a primeira vez que tive algo roubado da minha porta, fiquei imensamente chateada. Liguei pra Amazon e eles me perguntaram se eu queria o dinheiro de volta ou que os livros fossem reenviados. Optei pelo reenvio e dois dias depois eles chegaram. O do Monet—bonito, mas com as fotos de sempre, as receitas de sempre. O do Pollock—lindo, criativo, estimulante, muitas histórias sobre ele e a mulher, Lee Krasner, receitas de família, compiladas de recortes e anotações escritas a mão, tudo isso lindamente encadernado em espiral, com fotos históricas, fiquei encantada, não larguei do livro por algumas semanas e fiz algumas das receitas. Com a atual abundância de livros de culinária, onde tudo parece ser feito no mesmo formato, com o mesmo estilo de fotos e layout, esse foi uma exceção muito auspiciosa que me deixou muito feliz!

crumble de cereja
[com ruibarbo & hibisco]

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Senti um fluxo de excitação logo que vi essa receita, justamente no pico da temporada das cerejas. Faço muito chá com as folhas secas de hibisco. É uma delicia. Simplesmente coloco umas duas colheres de sopa das folhas numa jarra, encho com água e coloco na geladeira de um dia para o outro. No dia seguinte eu removo as folhas, espremo um limão, coloco o chá numa jarra com tampa e levo pro trabalho, onde beberico o dia todo. As flores de hibisco são tão perfumadas, fiquei super animada de poder usá-las numa receita. Saí na missão de comprar os ruibarbos e fiz o crumble, que servi num lanche de tarde de domingo.

para o recheio
6 xícaras de ruibarbo picado, dividido
20 ou mais cerejas sem caroço e cortadas ao meio
1 xícara de açúcar mascavo
2 ou 3 colheres de sopa de folhas de chá de hibisco

Numa panela de fundo grosso colocar 4 xícaras de ruibarbo picado, as cerejas, 1 xícara de açúcar mascavo e o hibisco. Misture bem, cubra a panela com uma tampa e cozinhe em fogo médio-baixo até que o ruibarbo comece a liberar líquido e se desfazer, por cerca de 10-12 minutos. Adicione as 2 xícaras restantes de ruibarbo picado, misture bem e retire do fogo. Reserve.

para a cobertura
1/2 xícara de farinha de trigo integral
1/2 farinha de trigo comum
1/2 xícaras de aveia em flocos
1/4 xícara de açúcar mascavo
1/2 xícara de amêndoas fatiadas
1/2 colher de chá de canela em pó
6 colheres de sopa de manteiga em temperatura ambiente
1 pitada de sal

Pré-aqueça o forno a 400ºF/205ºC. Em uma tigela misture as farinhas de trigo, a aveia, o açúcar mascavo, as amêndoas, a canela e o sal. Com os dedos ou um cortador de massa junte a manteiga até obter uma mistura farofenta. Despeje o recheio de fruta em um refratário e em seguida coloque a cobertura uniformemente por cima. Leve ao forno e asse por 22 minutos. Remova do forno, deixe esfriar e sirva, puro ou com uma bola de sorvete de creme.

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indiscreet

Não sei como acabei com a incumbência de fazer a salada para o churrasco na casa da minha amiga. Estava na cozinha cortando os tomates, as abobrinhas e as cebolas quando a mãe dela chegou. Assim que fomos apresentadas ela disse—você está me fazendo lembrar a Ingrid Bergman, num filme onde ela está na cozinha preparando breakfast para o Cary Grant! Dei uma risada alta, porque não acho que tenho absolutamente nada semelhante à superstar sueca. A única coisa que eu e a Ingrid Bergman temos em comum é a altura e o fato dela estar na beira do fogão, segurando uma espátula e fritando um ovo no tal filme. Mas a mãe da minha amiga achou que tinha algo com o meu cabelo preso e o fato de eu estar usando um vestido e passou a festa toda me chamando de Ingrid. Sou uma pessoa modesta, não me acho bonita, nem elegante, nem chique, mas fiquei tão feliz e lisonjeada com esse baita elogio. Quero prender meu cabelo mais vezes e usar muitos vestidos daqui pra frente.

O filme é Indiscreet, de 1958.

spicy deviled eggs
— ovos recheados picantes

spicy deviled eggs

Um dos nossos vizinho da Elm Street nos convidou para a festa surpresa que ele organizou para a mulher dele, que fez 50 anos. Minha casa não fica na Elm Street, mas como fica na esquina temos a vantagem de ser convidados pra festas em duas ruas. Adoro as festas dos vizinhos da Elm Street, pois eles são mais informais. Fomos avisados pra não levar presentes, mas se quisessemos podiamos contribuir com hors-d'oeuvres. Na primavera eu fiquei com um surplus imenso de ovos caipiras, porque nessa época as galinhas ficam muito animadinhas. Resolvi fazer os famosos ovos recheados, aperitivo muito comum por aqui, mas que eu nunca tinha feito. Queria algo picante e não tive muito tempo de revirar a dábliodáblioweb nem meus livros, então me contentei com essa receita do site poluído da MS, que achei bem tranquila. Até que foi tudo bem até a hora de rechear. Comprei os bicos e sacos de confeiteiro, mas a meleca que eu fiz foi impressionante, nada memorável. Sem entrar em mais detalhes vergonhosos, os ovinhos ficaram muito gostosos e depois de dançar muito na festa, voltei pra casa com minha travessa vazia.

8 ovos caipiras grandes
1/3 xícara de pimentão vermelho tostado e despelado [usei os prontos, no vidro]
2 colheres de sopa de maionese
3 colheres de chá de mostarda Dijon
2 colheres de chá de Tabasco
Sal e pimenta do reino moída na hora a gosto
Sementes de papoula para decorar

Encha uma panela com água e leve para ferver. Quando a água estiver borbulhando adicione os ovos um a um com cuidado. Deixe cozinhar por uns minutos, desligue o fogo, tampe a panela e deixe descansar por 10 minutos. Escorrer os ovos e lavar com água fria até esfriar o suficiente para poder descascar. Enquanto isso coloque o pimentão vermelho, a maionese, a mostarda e molho tabasco em um processador de alimentos e processo até ficar um creme homogêneo. Corte os ovos descascados ao meio, retire as gemas, deixando a parte branca intacta. Adicione as gemas no processador de alimentos e processo até obter uma mistura bem lisa. Tempere a gosto com sal e pimenta. Coloque essa mistura de gema nas cavidades das partes brancas. Polvilhe com sementes de papoula antes de servir.

bolo de limão [& gengibre]

bolo_limao_gengibre

Fui buscar os ovos caipiras na fazenda e separei seis, porque queria fazer de novo esse bolo de fécula de batata italiano e colocar um pouco de limão na massa. Fui quebrando os ovos e separando as claras das gemas. Conselho que sempre segui—quebrar os ovos em cumbucas separadas, normalmente pra evitar que um ovo podre estrague toda a receita, mas aqui felizmente eu nunca achei um ovo podre, ainda mais esses caipiras que são coletados dois dias antes de eu trazê-los pra casa. Mas nesse dia não sei por que não usei a cumbuca e fui separando direto nos vasilhames. Os ovos frescos estavam tão molinhos, uma das gemas quebrou e escapuliu, caiu um tantão na vasilha das claras. NÃOOOOOOOOOO!!! Fui até na dabliudabliuweb procurar uma solução. Não tinha. As claras estavam arruinadas. O jeito foi arrumar outra receita com a mesma quantidade de ovos. Eu já tinha essa uma da MS engatilhada e foi a que fiz. Ficou um bolo bem gostoso, mas muito grande para duas pessoas. Acabou virando o acompanhamento do meu café da manhã por muitos dias, deu até pra enjoar.

Agora vou dizer uma coisa bem sincera e prática sobre o website da Martha Stewart: que lixo! Ela era uma referência pra mim dez anos atrás. Hoje fujo dela, da revista dela e principalmente do website dela. As receitas são boas, mas a revista [que eu assinava no iPad] perdeu a interatividade e o website está cada vez mais confuso, poluído, cheio de ruídos, você clica na receita e abre um banner gigante que cobre tudo, nota zero em UX/UI, ela deveria despedir todo o grupo que faz aquilo, peloamordedeus. Se tem um troço que me irrita é interface de website mal feita, atrapalhada e poluída, que não me deixa chegar eficientemente no que estou procurando. Que coisa irritante! GRRR!!!

1 xícara [2 tabletes de 113g] de manteiga sem sal em temperatura ambiente
3 xícaras de farinha de trigo
2 colheres de sopa de raspas de casca de limão
1/3 xícara de suco de limão fresco (a partir de 2 limões)
1/3 xícara de gengibre cristalizado picado
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 colher de chá de sal
2 e 1/2 xícaras de açúcar granulado
6 ovos caipiras grandes
1 xícara de sour cream

Pré-aqueça o forno a 350ºF/176ºC. Unte uma forma bundt, com um buraco no meio, com manteiga e polvilhe com farinha. Em uma tigela média, misture a farinha de trigo, as raspas de limão, o gengibre picado, o bicarbonato e o sal. Reserve.

Numa batedeira, bata a manteiga e o açúcar em velocidade média-alta até formar um creme, uns 4 a 5 minutos. Adicione os ovos, um de cada vez, batendo bem após cada adição; misture o suco de limão. Com a batedeira em velocidade baixa, adicione a mistura de farinha alternadamente com o sour cream, em 3 partes, começando e terminando com a mistura de farinha. Misture apenas até os ingredientes se incorporarem, não bata demais. Despeje a massa na forma preparada e bata firmemente numa superfície firme, para nivelar a massa e remover qualquer bolha de ar.

Leve ao forno e asse por 55 a 60 minutos. Remova do forno e deixe o bolo esfriar na forma por 30 minutos, depois desenforme sobre uma grade e deixe esfriar completamente. Se quiser, polvilhe com açúcar de confeiteiro e sirva.

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picles de erva-doce

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De repente fiquei com um surplus de bulbos de erva-doce na geladeira. Eles chegaram em quantidade, semana após semana, na cesta orgânica. Achei por acaso essa receita de picles da Nigella Lawson e fiz, para usar as ervas-doces. Que receita auspiciosa! Ficou muito bom e tenho usado para rechear sanduíches, coloquei até no cachorro quente. Eu adicionei também um pouquinho das ramas da erva-doce, mas não fez muita diferença. O toque de gênio é mesmo a adição do suco e das casquinhas dos cítricos!

2 bulbos grandes de erva doce, fatiados bem fino
1 e 1/2 colheres de chá de sal fino
1 laranja
1 limão
1 xícara de vinagre de vinho branco
2 colheres de açúcar
1/4 de colher de chá de pimenta do reino esmagadas

Coloque a erva-doce fatiada numa peneira sobre uma vasilha grande, salpique com o sal e mexa bem com as mãos para misturar. Deixe descansar por 1 hora. Enquanto isso remova tiras das cascas da laranja e do limão usando um zester. Esprema o suco da laranja e do limão e reserve. Esterilize um frasco de conservas de 1 litro [usei dois pequenos] e sua tampa em água fervente por alguns minutos. Misture a erva-doce salgada com as tiras da casca da laranja e limão e mexa bem com as mãos, para incorporar. Coloque toda a erva-doce no frasco esterilizado e reserve. Em uma panela pequena misture o suco de laranja, o suco de limão, o vinagre, o açúcar e grãos de pimenta esmagados. Deixe quase ferver, mexendo para dissolver o açúcar. Despeje essa mistura no pote com a erva-doce, se precisar use o cabo de uma colher para remover as bolhas de ar e permitir que todo o líquido se acomode no vidro. Fechar bem o frasco com a tampa. Deixar descansando em temperatura ambiente de um dia para o outro. Guardar na geladeira e usar como quiser.

[diálogos da minha vida]

meu colega—hoje depois do trabalho vou comer um lobster roll com lagosta vinda do Maine.

eu—olha as pegadas de carbono!

⌘ ⌘ ⌘ ⌘ ⌘ ⌘

na hora do almoço, eu comendo damascos e cerejas locais, meu chefe comendo melancia vinda do México.

eu—não é tempo de melancia ainda!

galette de damasco [fresco]

apricot-gallete

Fui sozinha colher damascos na fazenda orgânica. O fazendeiro me contou que metade das árvores do pomar estão morrendo por causa de uma doença chamada phytophthora. Fiquei tão triste com essa notícia. Esses damascos são os mais deliciosos que já comi, não tem melhores. Sem mencionar o fato de que vou eu mesma colher e eles não poderiam ser mais fresquinhos. Com parte da primeira leva que colhi fiz essa galette da Elise, mas sem as cerejas. Ficou uma delicia, comemos de sobremesa e de café da manhã.

para a massa:
1 xícara de farinha de trigo
1 colher de chá de açúcar
1/2 colher de chá de sal
1/2 colher de chá de sementes de erva-doce levemente trituradas no pilão
8 colheres de sopa de manteiga cortada em cubinhos
1/4 xícara de sour cream
açúcar demerara [ou cristal] para polvilhar

para o recheio:
1/2 quilo de damascos sem caroço e cortado em fatias
1/4 xícara de açúcar
1 colher de chá de raspas de limão
1 colher de chá de amido de milho
1/4 colher de chá de extrato de baunilha

Faça a massa misturando a farinha, o açúcar, o sal e sementes de erva-doce em uma tigela grande. Adicione a manteiga e trabalhe a manteiga na farinha com as mãos até que a mistura se assemelhe a uma farofa grossa. Faça um buraco no centro e adicione o sour cream. Misture bem até formar uma massa homogênea. Faça um disco com a massa leve à geladeira por 1 hora antes de abrir.

Misture os damascos com o açúcar, as raspas de limão, o amido de milho e a baunilha. Misture delicadamente e reserve. Pré-aqueça o forno a 375°F /190°C.

Abra a massa e transfira para uma assadeira forrada com papel vegetal. Coloque os damascos no centro e dobre as bordas da massa para dentro cobrindo parte das frutas. Pincele a massa com um pouco de creme de leite [ou leite] e salpique com o açúcar cristal. Leve a galette ao forno e asse por 40 a 45 minutos, ou até o recheio borbulhar e a massa dourar. Remova do forno, deixe esfriar completamente e sirva.

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brownie de pistache & azeite

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No ano passado fui com uma amiga num evento no centro da cidade chamado de First Fridays Art Walk. Nesse dia as lojas ficam abertas até mais tarde, algumas trazem bandas para tocar música, outras expõe e vendem trabalhos de arte, tem sempre as que servem vinho e petiscos e a gente anda pra lá e pra cá, escuta música e para pra comer e beber nos restaurantes. Nesse dia paramos numa loja linda que vende artigos para culinária, instalada num prédio antigo com pé direito altíssimo. Lá tinha uma moça dando amostras e vendendo azeites, produção da fazenda dela. Ficamos conversando por um tempão, falando de comida e blogs e ela tinha uns cartões com receitas. Peguei a desse brownie, que achei super interessante. O resultado ficou um pouco doce demais pro meu gosto, mas eu não sou muito fã dos brownies. Mas quem gosta de doces bem chocolatudos e bem robustos com certeza vai gostar!

1/4 xícara de farinha de trigo
1/3 xícara de cacau em pó, peneirado
1/4 colher de chá de fermento em pó
1/4 colher de chá de café instantâneo em pó
1/4 colher de chá sal fino
1/3 xícara azeite extra-virgem
150 gr de chocolate amargo [70-75%] finamente picado
1 xícara de açúcar
2 ovos caipiras grandes em temperatura ambiente
1 colher de chá de extrato de baunilha
1/3 xícara de lascas de chocolate meio amargo
1/3 xícara de pistache picado
1 colher de sopa de nibs de cacau para a cobertura
Sal marinho em flocos para a cobertura

Preaqueça o forno a 350ºF/176ºC. Forre uma forma de bolo quadrada com papel vegetal. Numa vasilha peneire ou misture com um batedor de arame a farinha, o cacau, o fermento em pó, o pó de café expresso e o sal. Reserve. Combine o azeite e o chocolate picado em uma panela. Leve ao fogo baixo e mexa até que o chocolate esteja quase derretido. Retire do fogo e continue a mexer delicadamente até ficar um creme homogêneo. Misture o açúcar no creme de chocolate, ficará um pouco granulado e pastoso. Junte os ovos, um de cada vez, ao creme de chocolate, mexendo bem depois de cada um, até a massa ficar lisa e brilhante. Junte a baunilha. Polvilhe os ingredientes secos por cima da mistura de chocolate derretido e bata ou mexa até incorporar. Adicionar as lascas de chocolate e os pistaches, reservando uma colher de sopa ou duas dos pistaches para decorar. Espalhe a massa na forma preparada usando uma espátula para alisar a massa. Polvilhe com os pistaches reservados, os nibs de cacau e os flocos de sal. Leve aio forno e asse por 30 a 35 minutos. Remova do forno e deixe esfriar por 1 a 2 horas antes de cortar em quadrados e servir.