picnic in Point Reyes, CA
picnic in Point Reyespicnic in Point Reyes
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Nasci caipira e sempre morei na roça, portanto chegar perto do mar é uma das coisas mais preciosas pra mim e preciso fazer isso de vez em quanto. Sorte a minha que moro num estado com uma costa belíssima e há inúmeras possibilidades de molhar meus pés no oceano Pacífico. Neste dia decidimos ir para Point Reyes, um ponto extremo com um farol e praias lindas, que fica a mais ou menos duas horas de carro de onde eu moro. Fizemos um picnic na praia, que pra mim é a epítome da diversão sem fazer absolutamente nada. Só comer, conversar, ouvir o mar, depois caminhar, fugir das ondas, ou entrar na água—que eu nunca faço, nunca fiz, pois o meu Pacífico é lindo, mas é muito gelado. Para a cesta de picnic preparei esses sanduíches com queijo de cabra no lugar do iogurte, levei um gazpacho com cubos de gelo na garrafa térmica, muitas frutas, queijos, soda de limão e água. A sobremesa foi essa torta de ricota, servida com morangos e mel. A areia da praia estava coberta por escamas brancas e jelly fish azuis. O dia não estava nem quente, nem frio. Na volta paramos em Point Reyes Station. Foi um passeio muito bom.

picolé de coco & damasco

coconut-apricot

No mesmo estilo do picolé de coco e limão, esse com damasco usa o mesmo leite de coco feito em casa. Uma xícara de leite de coco, três damascos frescos, uma colher de chá de pasta de baunilha, açúcar a gosto, bater no liquidificador, colocar nas forminhas e levar ao congelador. Os picolés com leite de coco são muito bons, mas o sabor do coco é sempre dominante. Apenas para quem gosta!

salada de pepino
[com gergelim & alho]

pepino-gergelim

O que pode ser mais maravilhoso do que um livro apenas com receitas de saladas? E quantas saladas diferentes Mr. Wilkinson's Well-Dressed Salads tem! Uma das primeiras que fiz foi essa, que rendeu bastante. Pepinos não são muito resistentes, então não recomendo essa salada para marmitas. Mas servida fresquinha fica uma delicia, bem crocante e aromática. Usei o pepino libanês, mas deve ficar bom com qualquer outro, desde que não tenha muitas sementes.

4 pepinos libaneses ou outro tipo de pepino pequeno
1 colher de sopa de sal
1/2 xícara de óleo vegetal
5 dentes de alho picadinho
1 colher de sopa de sementes de gergelim
1/4 de xícara de vinagre de vinho branco

Descasque e corte os pepinos em rodelas de mais ou menos 1 cm. Coloque num escorredor, tempere com o sal, misture bem e deixe escorrer por 10 minutos. Enxague os pepinos e deixe secar. Coloque o óleo e o alho numa panela e leve a fogo médio, deixando o alho cozinhar até ficar levemente dourado. Remova do fogo, adicione as sementes de gergelim e coloque tudo numa vasilha. Mexa até que a mistura tenha esfriado um pouco, então adicione o vinagre de vinho. Seque bem o pepino, coloque numa travessa ou saladeira, tempere bem com o óleo, misture para incorporar e sirva.

• perua • galinha •

ovos-ovinhos

❦ June, I'm in love ☙ ❧
june, I'm in lovejune, I'm in lovejune, I'm in love
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bolo de ricota & framboesa

ricota-framboesa

De vez em quando eu encontro receitas como esta que me deixam muito entusiasmada, pois junta tudo o que eu acho importante: criatividade nos ingredientes, simplicidade, facilidade e rapidez no preparo e frutas, muitas frutas! Esse bolo ficou delicioso e nem precisa usar framboesa frescas, pois as congeladas é que são as da hora. É um bolo que pode ser servido como protagonista de uma sobremesa, café da manhã ou chá da tarde.

1 e 1/2 xícaras de farinha de trigo
1 xícara de açúcar
2 colheres de chá de fermento em pó
3/4 colher de chá de sal kosher
3 ovos caipiras grandes
1 e 1/2 xícaras de ricota fresca
1/2 colher de chá de extrato de baunilha
8 colheres de sopa1 de manteiga sem sal derretida
1 xícara de framboesas congeladas

Preaqueça o forno a 350°F/ 176°C. Forre uma forma redonda de bolo com papel vegetal e unte com manteiga ou óleo vegetal. Reserve. Misture a farinha, o açúcar, o fermento e o sal em uma tigela grande. Numa outra tigela bata bem os ovos, a ricota e a baunilha. Junte os ingredientes secos e misture com uma espátula. Em seguida coloque a manteiga derretida, seguido de 3/4 de xícara das framboesas. Misture com cuidado para as framboesas não se quebrarem. Coloque a massa na forma preparada e espalhe o1/4 de xícara das framboesas restantes por cima. Leve o bolo ao forno pré-aquecido e até ficar dourado, cerca de 50-60 minutos. Remova o bolo do forno e deixe esfria por pelo menos 20 minutos antes de desenformar.

ricota-framboesaricota-framboesa
o maravilhoso livro das saladas

salad-book

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» Mr. Wilkinson's Well-Dressed Salads ❤️

salada de ovo com curry

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Fiquei algum tempo com um surplus de ovos caipiras, então procurei por uma receita de salada para fazer com eles e achei essa muito interessante. O fato de que ela usa todas as claras, mas não usa todas as gemas me agradou muito, porque não gosto de gema de ovo. Achei que a mistura ficou bem leve, um pouquinho picante, simplesmente perfeita para dias quentes, acompanhada de legumes branqueados ou frios. Fiz essa salada duas vezes, vou fazer mais vezes.

4 ovos cozidos e descascados
1 colher de chá de iogurte grego integral
1/4 colher de chá de azeite de oliva extra virgem
Suco de limão a gosto
1/2 colher de chá de raspas de limão
1/2 colher de chá de pimenta sriracha ou a gosto
1/4 colher de chá de vinagre de xerez ou a gosto
1/3 colher de chá de curry em pó ou a gosto
Sal kosher a gosto

Em uma tigela misture um dos ovos inteiros com os a clara dos três ovos restantes. Reserve as gemas para um outro uso, molho de maionese, por exemplo. Pique os ovos grosseiramente com uma faca. Adicione o iogurte, o azeite de oliva, o suco de limão, as raspas de limão, o molho sriracha, o vinagre e o curry. Tempere com uma pitada de sal kosher. Sirva sobre fatias de pão ou acompanhado de legumes, como eu fiz. Na primeira foto—bacon, abobrinha crua em tiras, tomates, vagens branqueadas. Na segunda, abobrinhas cruas, vagens e cenouras branqueadas, bacon, tomates, manjericão.

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torta básica de ricota
[com massa de limão & papoula]

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Se você assistir ao video dessa receita vai querer fazê-la na mesmíssima hora. Foi o que aconteceu comigo. Por já ter comido incontáveis variações de torta de ricota na minha vida, posso afirmar com segurança que essa é bem especial. Servi com mel e morangos frescos, no mesmo dia em que fiz a torta e também no dia seguinte e no dia seguinte. Levei pro trabalho um quadradinho dentro de um pote de vidro, decorado com mel e morango e não comi. Decidi trabalhar em casa na sexta-feira e então pedi pra uma amiga do trabalho pegar minhas sobras de comida que estavam na geladeira, porque se a gente deixar coisas lá no final de semana o pessoal que limpa o prédio esvazia as geladeiras e joga o que tiver lá dentro fora—comidas, potes, embalagens abertas ou fechadas, enfim, TUDO. Como levo muitos potes de vidro, pedi ajuda. Minha amiga colocou as coisas numa sacolinha e levou pra casa dela. Na segunda-feira fui agradecer e ela me disse—trouxe tudo de volta, menos uma tortinha com morangos que estava num potinho quadrado. aquela eu comi! os morangos estavam meio murchinhos, mas a torta, nossa, que delícia! Acho que então ficou provado que a torta não é só boa, mas também sobrevive bastante dias na geladeira. #GoMarmitaTeam!

para a massa:
1 e 1/2 xícaras de farinha de trigo
1/2 xícara de amêndoas fatiadas
1/3 de xícara de açúcar de confeiteiro
Raspas da casca de 1 limão
Uma pitada de sal kosher
1/2 xícara [1 tablete de 113 gramas] de manteiga sem sal
gelada e cortada em cubos
1 ovo caipira grande levemente batido
1 colher de sopa de sementes de papoula
para o recheio:
1/4 xícara de mascarpone
1/4 xícara de açúcar
1/3 de colher de chá de canela
1 e 3/4 xícaras de ricota fresca
1 ovo caipira grande inteiro, mais uma clara de ovo [*guarde a gema]
1 colher de chá de um mel forte
1/3 de colher de chá de sal kosher

Coloque 1/4 xícara de farinha e as amêndoas em um processador de alimentos com o acessório da lâmina. Processo até que as amêndoas fiquem finamente moído, por cerca de 1 minuto. Adicionar as restante 1 e 1/4 xícaras de farinha, o açúcar, as raspas de limão e o sal. Pulse bem para misturar. Adicione a manteiga e vá pulsando até formar uma farofa grossa. Adicione o ovo e pulse apenas até obter uma massa moldável. Adicione as sementes de papoula e pulse brevemente para misturar. Pressione a massa no formato de um disco, embrulhe em plástico e leve à geladeira por pelo menos 1 hora.

Abra a massa entre duas folhas de plástico. forre uma forma de torta de 22 cm com ela e leve à geladeira por 30 minutos. Aqueça o forno a 325ºF/ 162ºC. Forre a base da massa com papel vegetal e encha com pesos de cozimento ou feijões. Asse por 20 minutos, retire o papel e os pesos com cuidado. Continue assando a massa descoberta por mais 15 minutos adicionais.

Enquanto a massa assa, faça o recheio. Na batedeira misture o mascarpone, o açúcar e a canela. Usando o acessório da pá, bata por cerca de 2 minutos até formar um creme bem liso. Adicione a ricota, o ovo inteiro mais a clara de um outro ovo, o mel e o sal. Bata bem. Despeje essa mistura de ricota na massa assada e alise bem a parte superior com uma espátula. Leve a torta para assar por 20 a 30 minutos ou até que o recheio esteja firma [mas não duro]. Deixe esfriar em temperatura ambiente sobre uma grade. Para servir regue com mel e acompanhado da fruta fresca da sua preferência. Eu usei morangos.

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picolé de coco & limão

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Em homenagem ao primeiro dia de "triple-digit temperatures" aqui na roça, vou publicar essa receita de picolé. Todo ano eu escrevo a mesma coisa—de como fica quente, fica um forno, fica um bafão. Hoje seremos atingidos por 42ºC e o único conforto serão as comidas frias e geladas. Tenho feito leite de coco em casa, usando aquela técnica que aprendi não sei onde, de drenar o coco, depois chamuscar na chama do fogão e jogar no cimento pra ele se espatifar. Removo toda a polpa, bato tudo no liquidificador com água filtrada, passo por uma peneira e uso. Já até bebemos o leite, batido com frutas. Fica muito bom. Para esse picolé bati umas 3 xícaras de leite de coco feito em casa com o suco de 4 limões tahiti [o verde], néctar de agave a gosto e raspinhas da casca de um dos limões. Adoramos o resultado, refrescantemente tropical!

quibe de tomate

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Quando vi essa receita os tomates eram apenas uma esperança no horizonte. Esperei pacientemente até eles aparecerem no meu farmers market e então pude testar essa ideia, que me pareceu genial. Não vou dizer que fiquei decepcionada, porque ela fica uma delicia. Só que não achei que é exatamente um quibe, e sim mais parecido com um tabule. Eu usei um trigo bulgur muito grosso e tive que deixar a salada descansando de um dia para o outro, o que me deixou bem irritada. Então recomendo que se deixe o trigo de molho e depois escorra bem, como se faz normalmente para receitas de quibe e tabule.

1 e 1/2 xícaras de trigo bulgur fino [#1 grade]
5 ramos de salsinha fresca
2 raminhos de hortelã fresco
1 cebola de tamanho médio, picada grosseiramente
2 tomates orgânicos grandes e maduros [500gr]
1 e 1/2 colheres de chá de sal kosher
Pimenta do reino moída na hora a gosto
1/2 colher de chá de canela em pó
1/4 colher de chá de pimenta caiena
2 colheres de chá de hortelã seco [*omiti]
Suco de 1 limão
1/2 xícara de azeite extra-virgem

Coloque o bulgur já reidratado e bem escorrido em uma tigela média. Em um processador de alimentos pulsar a salsinha e o hortelã até que sejam finamente picado, mas não deixe virar um puré. Adicione a cebola e continue pulsando até que ela também fique finamente picada, parando para raspar as laterais da tigela. Use uma espátula de borracha para juntar a mistura de ervas-cebola na tigela com o trigo bulgur. Corte os tomates ao meio, remova as sementes e pique. Coloque os tomates no processador e pulse algumas vezes, mas não deixe ficar líquido. Coloque o tomate na tigela com o trigo e as ervas.

Amasse todos os ingredientes com as mãos, tempere com sal, pimenta do reino, canela, pimenta caiena, o suco de limão e o azeite. Deixe quibe descansando por cerca de 1 hora em temperatura ambiente, para que o trigo absorva os sucos. Prove o quibe e ajuste os temperos se precisar. Coloque o quibe numa travessa e usando a ponta de uma colher faça marcas na superfície, como se fossem escamas. Refrigere. Regue com mais azeite minutos antes de servir.

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torta pudim de ruibarbo

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Quando fiz esse bolo, na verdade queria mesmo era fazer essa torta, que tinha guardado a receita, mas não lembrava onde. Sorvetada na testa pra mim. Mas no dia que caiu a ficha de que eu tinha feito a receita errada, fui comprar mais ruibarbo para fazer a receita inicialmente intencionada. A história dessa torta de ruibarbo é incrivelmente fofa e o resultado é realmente delicioso. Nós adoramos, uma mistura de torta com pudim simplesmente genial.

para o pudim:
2 ovos caipiras
1 e 1/2 xícaras de açúcar
1 xícara de farinha de trigo
3/4 colher de chá de fermento em pó
1/2 colher de chá de sal
3 xícaras de ruibarbo fresco cortado em pedacinhos
para a massa:
1 e 1/2 xícaras de farinha de trigo
7 colheres de sopa de açúcar
12 colheres de sopa de manteiga gelada, cortada em cubos

Em uma tigela grande bata bem os ovos e o açúcar. Misture a farinha, o fermento e o sal. Adicione o ruibarbo e mexa até que comece a liberar seus sucos. Deixe descansar por 30 minutos.

Aqueça o forno a 350°F/ 176°C. No processador pulse a farinha e o açúcar. Junte a manteiga. Eu precisei adicionar uma colher de sopa de água fria. Pulse até formar uma massa. Pressione a massa com os dedos em uma forma grande retangular. Despeje o creme com os ruibarbos sobre a massa, leve ao forno pré-aquecido e asse por 30-45 minutos, até que a torta esteja levemente dourada. Remova do forno, deixe esfriar, corte em quadrados e sirva.

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arroz integral com salsão
e cenoura refogada

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Era uma receita sem foto no livro 30-minute vegetarian da Rose Elliot. Fui fisgada não por uma imagem apetitosa e convidativa, mas por um parágrafo com uma descrição de comida que me encheu os olhos e o coração. Na introdução da receita a autora diz que há algo quase zen com relação a esse prato, que a faz sentir equilibrada, calma e relaxada. Os sabores naturais e delicados são parte do charme dessa combinação. Eu achei a mistura bem gostosa, mas não pude compartilhar do sentimento descrito pela Rose Elliot, pois infelizmente não me senti iluminada por nenhuma epifania gastronômica.

para o arroz:
8 talos de salsão picados
1 copo de arroz basmati integral
2 e 1/4 xícara de água
1/2 xícara de amêndoas torradas em fatias
Sal a gosto
para a cenoura:
1 colher de sopa de óleo de gergelim torrado
500 gr de cenouras cortadas em fatias diagonais
8 talos de cebolinha picados
1 pequeno maço de agrião [*usei manjericão]
Shoyu—molho de soja, para temperar

Numa panela coloque o salsão picado, o arroz lavado e escorrido, a água e sal. Leve ao fogo alto, deixe ferver, abaixe o fogo, tampe a panela e deixe cozinhar até a água ser totalmente absorvida e o arroz ficar macio.

Numa panela aqueça o óleo de gergelim, adicione as cenouras e mexa bem. Abaixe o fogo, tampe a panela e cozinhe por uns 5 minutos. Misture novamente e adicione uns pingos de água se estiver ressecando. Pra mim não precisou. Tampe e cozinhe por mais 5 minutos, até que as cenouras fiquem bem macias, mas não desmanchando. Adicione as cebolinhas, mexa e cozinhe por uns 2 minutos, junte o agrião ou manjericão, deixe cozinhar por 1 minuto, tempere com shoyu, remova do fogo. Sirva o arroz acompanhado das cenouras e salpicado com as amêndoas.

food & hollywood · Vol 2 · № 2

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