nabo assado
[com molho de mostarda]

nabo assado

Receita com nabo é praticamente um blog suicidio, um espanta público, porque infelizmente a palavra nabo é quase como um xingamento, um palavrão. Não vou dizer que gosto desse legume, porque não cresci comendo, ele nunca fez parte da minha memória emocional, nabo pra mim sempre foi sinônimo de coisa sem graça. Por isso eu tenho uma certa dificuldade pra consumir a quantidade absurda de nabo que vira e mexe chega na minha cozinha, via cesta orgânica. E eles chegam em diversas variedades, curtos, longos, bolotudos, brancos, roseados. Estou sempre buscando receitas diferentes, sempre tentando me apaixonar, até agora não consegui jurar amor eterno, mas pelo menos já fiz umas receitas interessantes e gostosas, como esta de nabo assado. O Uriel até pensou que era batata. Mas não era. Nabo é nabo, apesar de ter ficado gostoso, foi bom, mas ainda não foi dessa vez que meu coração se rendeu.

2 nabos médios cortados em quartos
2 colheres de sopa de azeite
Sal a gosto
2 colheres de sopa de vinagre de vinho branco
1 colher de sopa de mostarda de Dijon
1/4 xícara de azeite extra-virgem
1 chalota finamente picada
Sal a gosto
1 colher de sopa de estragão picadinho

Pré-aqueça o forno em 400°F/ 205ºC. Tempere os nabos com azeite e sal. Espalhe numa única camada em uma assadeira. Leve ao forno e asse por 10 a 15 minutos ou até ficar macio por dentro e com um exterior ligeiramente caramelizado. Enquanto os nabos estão assando, misture o vinagre de vinho branco e a mostarda Dijon. Lentamente adicione o azeite. Bata até ficar completamente emulsionado e em seguida tempere com sal a gosto, misture a chalota e o estragão. Remova os nabos do forno, deixe esfriar, tempere com o molho e sirva.

sopa espanhola de grão de bico
[com alho & hortelã]
sopa de grão de bicosopa de grão de bico

Minha mãe me recomendou um livro de receitas vegetarianas que minha irmã usa muito e como preciso sempre de fontes de ideias para usar meus legumes e verduras, coloquei ele na minha wish list. Eu conhecia a inglesa Rose Elliot de nome, mas nunca tinha procurado saber mais sobre ela e seus livros. Será que ela poderia ser uma versão britânica da Deborah Madison? Ainda não tenho nenhuma opinião formada sobre a autora, mas já usei o livro para me inspirar em várias ideias e fiz essa deliciosa receita, que me surpreendeu tanto que refiz mais de uma vez.

225 gr de grão de bico seco
2 dentes de alho esmagados
Um punhado grande de folhas frescas de hortelã
Um punhado pequeno de folhas frescas de salsinha
6 colheres de sopa de azeite de oliva
Sal e pimenta do reino moída na hora a gosto
2 fatias grandes de pão cortadas em cubinhos

Deixe o grão de bico de molho de um dia para o outro, coe a água, coloque numa panela grande e cubra com água e deixe cozinhar até os grãos ficarem macios [ou use grao de bico enlatado, mas a autora da receita não recomenda]. Coe os grãos e reserve a água do cozimento. Num processador ou liquidificador bata os grãos com 3 xícaras de liquido [o do cozimento, mais água extra até completar 3 xícaras]. Bata até formar um creme, adicione o alho, o hortelã, a salsinha e metade do azeite. Bata até ficar um creme liso. Despeje o creme numa panela, tempere com sal e pimenta do reino a gosto e requente. Enquanto isso frite os cubinhos de pão numa frigideira com o restante do azeite até eles ficarem dourados e crocantes. Sirva a sopa com um punhadinho de cubinhos de pão frito por cima.

Elliot's New Complete Vegetarian by Rose ElliotElliot's New Complete Vegetarian by Rose Elliot
o jantar vai ser servido

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Na casa histórica do general Vallejo em Sonoma, Califórnia.

saladas com jerusalem artichoke

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Em novembro do ano passado, quase perto do Thanksgiving, uma amiga do meu chefe apareceu no trabalho com um balde cheio de terra. Do balde ela foi removendo raízes e colocando em sacos plásticos junto com um outro tanto de terra. E foi explicando que as raízes eram do quintal dela e deviam ficar na terra pra evitar que ficassem verdes, enquanto estivessem fora da geladeira. Eu ganhei um saco, mas como a distribuição não teve muita popularidade entre os outros colegas, eu acabei levando mais um sacão extra delas pra casa. Foi assim que eu acabei com um estoque enorme de jerusalem artichoke [ou sunchokes ou tupinambos] que me rendeu algumas deliciosas receitas. Primeiro fiz eles assados, usados nessa salada e o restante numa sopa simples. Na terceira receita, usei as raízes cruas e fiz uma salada enorme, que levei numa festa. Infelizmente não fotografei a saladona, que ficou linda e deliciosa. Mas vou colocar a receita aqui, para ficar registrado, caso alguém precise de ideias.

salada de jerusalem artichoke com beterraba assada e molho de laranja
4 beterrabas pequenas
8 jerusalem artichokes
Rúcula ou outro tipo de folha verde
1 cebola roxa pequena
Queijo de cabra em pedaços [*opcional—eu esqueci]
1 laranja
Vinagre de vinho branco
Folhas de louro
Azeite de oliva
Alho espremido
Sal Kosher a gosto
Mel a gosto
Pimenta do reino moída na hora a gosto

Pré-aqueça o forno a 400°F/ 205ºC. Embrulhe as beterrabas em papel alumínio, coloque sobre uma assadeira e leve ao forno por uns 40 minutos ou até que elas estejam macias. Remover do formo, deixar esfriar, remover a casca esfregando com os dedos e cortar em quatro.

Lave bem os jerusalem artichokes para remover toda a terra. Corte em pedaços, tempere com azeite, sal, pimenta do reino moída na hora, alho espremido, um pouco de vinagre de vinho branco e folhas de louro. Coloque numa assadeira e leve ao forno por 15 a 20 minutos, até os pedaços ficarem macios por dentro e dourado por fora. Remover do forno e reservar. Lave e seque as folhas verdes da sua preferência. Corte a cebola roxa em fatias finas

Faça o vinagrete misturando o suco e as raspas de uma laranja, 2 colheres de sopa de vinagre de vinho branco, 2 colheres de sopa de azeite, e mel, sal e pimenta do reino moída na hora a gosto.

Coloque as folhas verdes sobre uma travessa, por cima as beterrabas, os jerusalem artichokes, a cebola roxa, o queijo de cabra em pedaços, tempere com o vinagrete e sirva.

salada crua de jerusalem artichoke com nozes e laranja
1/2 quilo de jerusalem artichokes
2 colheres de sopa azeite extra virgem
1/3 xícara de salsinha picada grosseiramente
1/4 xícara de nozes torradas e picadas
2 colheres de sopa de raspas da casca de laranja
1/3 de xícara de queijo feta
Sal marinho ou Kosher a gosto
Pimenta do reino moída a gosto

Corte os jerusalem artichokes em fatias finíssimas usando um mandoline. Coloque as fatias numa travessa grande e tempere com azeite. Coloque por cima a salsinha, as nozes, as raspas de laranja e o queijo feta. Tempere com sal e pimenta e sirva.

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panna cotta de matcha

matcha panna cotta

Não sei como foi que cheguei nessa receita, porque não estava buscando por nada parecido, não tinha a intenção de preparar nenhuma sobremesa e nem tinha a maioria dos ingredientes. Fui às compras especialmente para fazer a receita e essa [e fazer uma limpeza e organização na garagem] foi a melhor decisão e ação do meu final de semana. Essa panna cotta fica um primor de cremosidade e faz uma integração perfeita entre o sabor denso do matcha e a vivacidade da framboesa. Eu não quis usar framboesa fresca fora de época, então substituí pela congelada. Cogitei não usar as sementes de chia, mas ela deixou a mistura de framboesa com uma textura mais engrossada de pudim, que fez a diferença.

1 xícara de leite integral
1 envelope [7gr] de gelatina em pó sem sabor
1 xícara de creme de leite fresco
2 colheres de sopa de matcha—o chá verde japonês em pó
1/2 xícara, mais 1 colher de sopa de açúcar
1 fava de baunilha cortada ao meio, sementes removidas
1 e 1/2 xícaras iogurte integral sabor baunilha
1 xícara de framboesas frescas [*usei congeladas]
2 colheres de sopa de sementes de chia

Numa uma panela grande, misture 1/2 xícara de leite, o creme de leite fresco, o matcha e 1/2 xícara de açúcar. Raspe as sementes da fava de baunilha e adicione tudo ao leite. Leve a mistura para cozinhar em fogo médio, mexendo até o açúcar se dissolver. Retire do fogo e deixe descansar por 10 minutos. Coloque a 1/2 xícara de leite restante em uma tigela pequena e polvilhe a gelatina por cima. Deixe descansar por 15 minutos até a gelatina amolecer.

Coe a mistura de matcha por cima da mistura de gelatina. Mexa bem e quando a mistura esfriar um pouco adicione o iogurte e mexa bem. Amasse as framboesas com um garfo e adicione 1 colher de sopa de açúcar e as sementes de chia. Coloque uma colher da framboesa no fundo de 6 copinhos ou taças, despeje com cuidado 1/2 xícara da mistura de matcha em cada copo. Leve à geladeira por 3 a 6 horas ou até firmar. Remova da geladeira e sirva.

Bette Davis na cozinha

Just Around the Corner [1933]—Bette Davis e outros atores famosos da época, num curta promocional feito para divulgar os ultra modernos eletrodomésticos da marca General Electric.

sbrisolona
[bolacha italiana de amêndoa]

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A receita diz que o sbrisolona é um bolo, mas depois de fazê-la eu discordo dessa categorização. A não ser que eu tenha feito tudo errado, isso é uma bolachona. Pela descrição é isso mesmo, uma bolacha farofenta, quebradiça e absolutamente deliciosa. A receita pede por uma forma de 25cm mas eu decidi fazer em seis pequenas [de 10cm] e uma média [de uns 18]. Deu certinho. Nós comemos uma bolacha cada um, acompanhadas de infusão de gengibre e limão, o Uriel empacotou duas e o restante eu levei pro trabalho, onde distribuí entre colegas e amigos. Todo mundo que comeu gostou e elogiou. Meu chefe estava comendo um pedaço quando entrei na sala e o ambiente cheirava a laranja. Uma delicia! Um bom presente e uma boa maneira de iniciar o ano no ambiente de trabalho.

1 e 1/2 xícaras [200 gr] de amêndoas
Amêndoas extras para decorar
1 e 1/2 xícaras de farinha de trigo
1 xícara de farinha de semolina
1 xícara de açúcar
1/2 colher de chá de sal kosher
Raspas de 1 laranja grande
1 colher de chá de sementes de anis e um pouco mais para decorar
1 xícara [226 gr] de manteiga sem sal amolecida
2 gemas de ovo grande
Açúcar de confeiteiro para polvilhar [opcional]

Pré-aqueça o forno a 350°F /176ºC. Unte uma forma de fundo removível de 25 cm com manteiga. Forre com papel vegetal e unte novamente. Eu usei seis dessas forminhas de fundo removível pequenas, com 10 cm e outra pequena de uns 18cm. No processador de alimentos coloque as amêndoas e pulse até elas ficarem moídas mas não pulverizadas. Em uma tigela grande misture as amêndoas moídas, as farinhas, o açúcar, o sal, as raspas da laranja e as sementes de anis. Usando as mãos, misture a manteiga e as gemas de ovo até ficar incorporado. A massa fica grusenta e grossa, não é uma masa uniforme e lisa. Espalhe a massa pela forma [or forminhas] uniformemente. Decore com amêndoas inteiras e sementes de anis. Asse na grade média do forno por uns 30 minutos. Comece a checar nos primeiros 10 minutos se fizer em forminhas menores. As bolachas estarão prontas quando o centro ficar dourado. Remova do forno, deixe esfriar completamente e remova cuidadosamente das formas ou forminhas e transfira para uma travessa grande. Se quiser pode polvilhar com açúcar de confeiteiro. Eu não quis.

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salada de couve flor assada
[com uva & queijo cheddar]

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Esse foi outro prato que fiz para a ceia de Natal. Saiu do livro Plenty More do Yotam Ottolenghi e foi um dos que fez mais sucesso com a nossa convidada de honra, minha mãe. Essa mistura de ingredientes é realmente muito auspiciosa e a salada ficou deliciosa. E ela sobrevive muito bem de um dia para o outro guardada na geladeira.

1 couve-flor grande, os floretes separados
90ml de azeite
Sal e pimenta do reino moída na hora a gosto
2 colheres de sopa de vinagre de xerez
1 colher de chá de mostarda de Dijon
1/2 colher de chá de mel
30g de uvas passas
40g de avelãs torradas e grosseiramente picadas
100g de uvas vermelhas cortadas ao meio
80g de queijo cheddar cremoso quebrado em pedaços
20g de salsinha picada

Aqueça o forno a 400ºF/ 205ºC. Misture os floretes da couve-flor com metade do azeite, sal e pimenta do reino moída. Espalhe em um a assadeira, leve ao forno e asse por 20 a 25 minutos, mexendo uma ou duas vezes até dourar. Remover do forno e deixar esfriar.

Em uma tigela misture o azeite restante com o vinagre, mostarda, mel e um quarto-colher de chá de sal. Adicione as passas e deixe de molho pelo menos 10 minutos. Pouco antes de servir transfira a couve-flor para uma saladeira ou travessa e adicione os outros ingredientes. Regue com o molho, misture delicadamente e sirva.

patê de atum [festivo]

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Minha preparação para a ceia de Natal foi assim—uns dias antes eu olhei umas revistas, marquei umas receitas, tive umas ideias, tomei umas decisões. Era um jantar para apenas quatro pessoas, pra que complicar, né? Uma das receitas que escolhi fazer foi essa de Tuna Pâté que vi na revista Food & Wine. Achei que iria ficar deliciosa e realmente ficou. Servi de entrada, naquela pausa esperando pela ceia um pouco antes da meia noite. Eu fiz apenas metade da receita, mas estou colocando ela inteira aqui, como estava na revista. Ela serve de 10 a 12 pessoas. Se organize para fazê-la com um dia de antecedência.

2 latas ou vidros de 300gr/10oz de atum sólido conservado em azeite, escorridos
2 tabletes [113 gr cada] de manteiga sem sal e em temperatura ambiente
1/4 xícara de creme de leite fresco
Raspas raspas da casca de 1 limão [*usei o meyer]
1/4 xícara de suco de limão [*usei o meyer]
1/4 colher de chá pimenta de cayenne
6 filés de aliche drenados
3 colheres de sopa de alcaparras lavadas e escorridas
2 colheres de sopa de alcaparras picadas
Sal Kosher a gosto
Pimenta do reino moída na hora a gosto
1/4 xícara de salsinha finamente picada
1/4 de xícara de talo de aipo picado
Torradas ou bolachas para servir

Forre uma forma para pão ou refratário com filme plástico, deixando uma parte extra de saliência. No processador de alimentos coloque o atum, a manteiga, o creme de leite, as raspas e o suco de limão, pimenta cayenne, os filés de aliche as 3 colheres de sopa de alcaparras. Tempere com sal e pimenta e processe até ficar uma pasta homogênea. Despeje sobre a forma e alise o topo com uma espátula. Cubra com o excedente de filme plástico e leve à geladeira até ficar firme, pelo menos 8 horas ou durante a noite.

Em uma tigela pequena misture as 2 colheres de sopa de alcaparras picadas com a salsinha e aipo e reserve. Desembrulhe e desenforme o patê em uma travessa e polvilhe a mistura de salsinha por cima. Sirva gelado com torradas ou bolachas.

eton mess—com caqui & maple

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Quero deixar essa sobremesa que fiz pro almoço de Ano Novo registrada aqui, porque ela simplesmente arrasou Péris in Chammas. Todo mundo que comeu adorou, porque ficou realmente sensacional. E é tão fácil de fazer que eu preparei tudo em vinte minutos, depois de ter bebido duas taças de prosecco [abafa!]. Como fiz uma quantidade grande e éramos apenas quatro comensais no dia primeiro, reservi as sobras num jantar dois dias depois e estava meio preocupada que iria passar vergonha, mas esse eton mess de caqui sobreviveu muito bem e foi devorado até a última colherada. No ano passado eu já tinha tido essa ideia de fazer a tradicional receita britânica que leva morangos, usando caquis. Não lembro porque acabei não fazendo. Foi muito auspicioso que finalmente decidi fazer e é certeza que farei muitas outras vezes.

Uns 8 caquis fuyu [aquele durinho] descascados e cortados de cubinhos
1 limão meyer, casca ralada e suco espremido
Maple syrup a gosto, para adoçar o caqui e o chantilly
2 xícaras de creme de leite fresco
Uns 10 merengues [suspiros] comprados prontos

Tempere os cubinhos de caqui com o suco e raspas do limão e o maple syrup. Na batedeira coloque o creme de leite e bata até o ponto de picos firmes, adoce com maple syrup e reserve. Numa vasilha funda coloque em camada uma porção de merengues esmagados com as mãos, os cubos de caqui, o chantilly, alternando até terminar todos os ingredientes. Decore com um pouquinho de merengues esmigalhados, cubra com um filme plástico e leve à geladeira até a hora de servir.

primeiro dia

No primeiro dia nós acordamos tarde e eu fiz café, tostei pão de queijo asiago e pimenta na frigideira. Estava frio, o Uriel lavou a louça e começamos a fazer o almoço. O Scott chegou ao meio dia com um carro esporte cor de laranja, eu coloquei o almoço na mesa e eles foram conversar com a vizinha. Nós almoçamos conversando em inglês e português, o vinho excepcionalmente não era californiano, porque achei um neozelandês com toques de grapefruit que combinou muito bem com o presunto assado. Acendemos a lareira, minha mãe tirou uma soneca na companhia do Roux, eu fiz coisas no laptop e tirei fotos. Fomos caminhar, estava muito frio, voltamos e fomos beber café mas eu escolhi tomar uma ginger beer. Compramos pão fresquinho, fizemos sanduíches com as sobras do presunto, todos quiseram uma xícara de chocolate quente, lavamos e guardamos a louça, abrimos o facetime e estamos na sala neste momento esperando para falar com o Gabriel, que está em Portland. Pretendemos dormir cedo.

farewell

Echo-LakeEcho-Lake
Echo-LakeEcho-Lake
Echo-LakeEcho-Lake
Echo-LakeEcho-Lake
Echo-LakeEcho-Lake
Echo Lake, CA, Dezembro 2014

tivemos Natal
NatalNatal
NatalNatal
NatalNatal
NatalNatal
NatalNatal
NatalNatal
NatalNatal
NatalNatal
NatalNatal

O Natal deste ano foi um pouco diferente, e um pouco mais corrido, porque tivemos a visita da minha mãe. Fazia dez anos que ela não vinha me visitar e depois da morte do meu pai eu achei que ela poderia e precisava vir passar um tempo com a gente, pra passear e relaxar, além de poder vivenciar um pouco do nosso cotidiano. Fomos ver os musicais A Christmas Carol e It's a Wonderful Life, fizemos caminhada na neve, bebemos muito vinho gostoso e eu fiz uma ceia de natal simples—assei um frango caipira ao invés de peru. Preparei umas receitas novas, outras foram recicladas. Algumas serão publicadas aqui em breve. Final do ano é sempre corrido para todos e com visita internacional a minha rotina ficou bem modificada. Vamos aproveitar os últimos dias do ano e o blog voltará ao seu ritmo normal em breve.