bolo de azeite & laranja

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Não é porque estava sozinha no final de semana que eu deixaria de fazer um bolinho. Neste caso, mais uma receita de bolo feito com azeite [aguentem firme ai, que logo mudarei de assunto]. Essa eu achei na revista Food & Wine e escolhi fazer porque era simples e rápida. E fiz apenas metade da receita, mas publicarei aqui a receita inteira. A minha versão diminuida fez 6 bolinhos.

3 xícaras de farinha de trigo
1 e 3/4 xícaras de açúcar
1 e 1/2 colheres de chá de sal kosher
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 colher de chá de fermento em pó
1 xícara de azeite extra-virgem
1 xícara de leite integral
3 ovos grandes
2 colheres de sopa de raspas de casca de laranja ralada
1/4 de xícara de licor de laranja, tipo Grand Marnier

Pré-aqueça o forno a 350ºF/ 176ºC. Unte uma forma retangular de 25 cm com azeite [*eu usei forminhas de mini-bundt—dá 12 bolinhos]. Em uma tigela, misture a farinha de trigo, o açúcar, o sal, o bicarbonato e o fermento em pó. Em outra tigela, misture o azeite, o leite, os ovos, as raspas de laranja e Grand Marnier. Adicione os ingredientes secos e bata até combinar.

Despeje a massa na forma [ou forminhas] preparada e leve ao forno por mais ou menos 1 hora ou até que o centro do bolo fique cozido [*para as forminhas foi menos tempo de forno]. Transfira o bolo para uma grade e deixe esfriar por 30 minutos. Desenforme e deixe esfriar completamente. Polvilhe com açúcar de confeiteiro e sirva com uma compota de frutas, se quiser. Eu quis e usei damascos frescos assados.

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bolo de azeite & avelã

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Sou de ficar obcecada por um tipo de receita. Sejam os gelados, frogurts e picolés ou as gelatinas ou as sopas frias, vira e mexe fico com uma dessas idéias fixas martelando. Desta vez está sendo os bolos feitos com azeite. Por isso fiz mais uma receita. Troquei as nozes [e o licor de nozes] da receita original por avelãs, que era o que eu tinha. Façam desse jeito ou do outro, mas não deixem de fazer, porque ficou bem gostoso.

1 e 1/2 xícaras de farinha de trigo
2 colheres de chá de fermento em pó
1/4 colher de chá de sal grosso
3 ovos caipiras grandes em temperatura ambiente
3/4 de xícara de açúcar granulado
1/3 xícara de azeite extra-virgem
1/3 xícara de licor de avelã — Frangelico
3/4 de xícara de avelãs torradas e grosseiramente picadas

Pré-aqueça o forno a 350ºF/ 176ºC. Unte uma forma redonda de 22 cm com bastante manteiga e reserve. Peneire a farinha, o fermento e o sal em uma tigela média e reserve. Coloque os ovos na tigela da batedeira equipada com o batedor de clara, bata em velocidade alta os ovos ficarem com uma cor bem clara, cerca de 2 minutos. Reduza a velocidade para médio e adicione o açúcar granulado, batendo até a mistura ficar espessa, cerca de 4 minutos. Reduza a velocidade para baixa e misture no óleo e o licor. Desligue a batedeira e adicione a mistura de farinha em 3 partes utilizando uma espátula para incorporar. Junte as avelãs tostadas, coloque a massa na forma untade e leve ao forno. Asse por uns 25 minutos ou até que o cenro do bolo esteja firme e cozido. Retire do forno e deixe esfriar sobre uma grade por uns 10 minutos. Desenforme o bolo sobre a grade e deixe esfriar completamente. Coloque numa travessa e sirva.

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bolo [italiano] de azeite e uva

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Esperei uma semana para fazer esse bolo, pois só consigo colocar essas receitas em prática no final de semana e precisava comprar alguns dos ingredientes. Este bolo italiano feito para celebrar a chegada da primavera, não poderia ter aparecido no momento mais apropriado, quando já estamos engatando segunda marcha nesta estação de abundância. Nós adoramos a delicadeza desse bolo, que tem uma textura muito fofa e não é muito doce, dando destaque para a delicadeza das uvas assadas.

1/2 xícara de azeite extra-virgem de oliva
1 xícara de farinha de trigo
1/2 xícara de amêndoas torradas e moídas finamente [*usei farinha de amêndoa]
1/4 xícara de polenta de cozimento rápido ou cornmeal
1 e 1/2 colheres de chá de fermento em pó
1/2 colher de chá de sal
2 ovos caipiras grandes
2/3 xícara de açúcar
2 colheres de chá de raspas da casca de limão
1/3 xícara de leite integral [*usei buttermilk]
2 xícaras de uvas vermelhas sem sementes

Pré-aqueça o forno a 350ºF/ 176ºC. Unte uma forma quadrada com azeite e polvilhe com com farinha de trigo. Numa vasilha misture a farinha de trigo, as amêndoas moídas, a polenta, o fermento e 1/2 colher de chá de sal. Na batedeira bata os ovos, o açúcar, e as raspas de limão em velocidade alta até ficar um creme bem claro e fofo. Reduza a velocidade e lentamente adicione o azeite. Incorpore a mistura de farinha em três adições, alternando com o leite, começando e terminando com a farinha.

Colocar a massa na forma untada e colocar 1 xícara das uvas por cima afundando um pouco com o dedo. Asse por 15 minutos. Coloque a 1 xícara restante das uvas sobre o bolo. Asse até que o bolo esteja dourado, por mais 25 a 30 minutos. Deixe esfriar na forma sobre uma grade por 15 minutos. Desenforme e sirva.

bolo de azeite
[com chocolate & alecrim]

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Qual o melhor procedimento para o caso de se querer fazer um bolo no final da tarde de domingo, não ter nenhuma manteiga na geladeira e não querer de jeito nenhum sair de casa para comprar mais? Procurar por uma receita de bolo feito com azeite, ora pipocas! E uma hora depois servir as fatias desse bolo robusto e perfumado, acompanhadas por chá de hortelã recém colhido, numa mesa arrumada no quintal durante o cair da tarde.

3/4 xícara de farinha de espelta [*substituí pela de centeio]
1 e 1/2 xícaras de farinha de trigo
3/4 de xícara de açúcar
1 e 1/2 colheres de chá de fermento em pó
3/4 colher de chá de sal kosher
3 ovos caipiras grandes
1 xícara de azeite de oliva
3/4 xícara de leite integral [*substituí por buttermilk]
1 e 1/2 colheres de sopa de alecrim fresco picado
150gr de chocolate amargo [pelo menos 70% de cacau) picado

Pré-aqueça o forno a 350ºF/ 176ºC e posicione a grade no centro. Unte uma forma rasa com fundo removível [tipo para quiche] de 22 cm com azeite de oliva.

Peneire os ingredientes secos juntos numa vasilha e reserve. Numa outra vasilha bata bem os ovos. Adicione o azeite, o leite e o alecrim e continue batendo. Usando uma espátula acrescente os ingredientes secos, misturando suavemente. Adicione o chocolate. Despeje a massa na forma untada, espalhando uniformemente e alisando topo com a espátula.

Asse por cerca de 40 minutos ou até a superfície ficar dourada. Retire do forno, deixe esfriar, desenforme e sirva.

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frogurt com azeite & sal

frogurt-iog-grego_1S.jpgVou me desculpar e passar essa receita na frente das outras que estão na fila para serem publicadas—um passinho pra frente por favor, licencinha, licencinha. O motivo é absolutamente óbvio, basta olhar para as essas fotos ou até mesmo para a sua versão no instagram para entender que esse negocinho ficou delicioso demais. Vi a idéia no lindíssimo blog da Keiko, neste post sobre a Grécia. A receita não tem absolutamente nada de especial ou de complicada. São apenas dois ingredientes para o frogurt e mais dois ingredientes adicionados na hora de servir. Mas o resultado é deveras excepcional. Ficamos encantados com a delicadeza dessa mistura e devoramos tudo num dia, não teve sobras.

720 gr de iogurte grego integral—senão drene bem um iogurte natural
200 gr de açúcar
Azeite de oliva extra virgem—use o melhor que puder e tiver
Sal marinho em flocos—ou sal Maldon

Misture bem o iogurte com o açúcar até ficar bem incoporporado e o açúcar dissolver. Coloque numa vasilha e leve à geladeira por pelo menos 1 hora, para gelar bem. Depois coloque na sorveteira e siga o procedimento regular da máquina, até o iogurte virar um creme bem grosso.

Na hora de servir coloque em copos, regue com um pouquinho de azeite extra-virgem frutado—eu usei esse californiano da variedade Ascolano, e salpique com os flocos de sal—eu usei o Maldon, que é meu favorito. Sirva-se de uma segunda porção, se quiser. Nós quisemos!

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brownies de azeite [e coco]

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Esses não são os brownies da Alice B. Toklas, mas nem por isso deixam de causar um certo furor. Fiz a receita para levar num evento com muitas pessoas normais—aquelas que curtem chocolate. E como tem chocolate nesse bolinho! E tem também azeite de oliva extra-virgem e coco ralado salpicado com flor de sal. Verdadeiramente requintado. Foi esse o elogio que ouvi de alguém que provou o brownie. A receita do olive oil and coconut brownies saiu do NYTimes.

3/4 xícara de azeite de oliva
1/3 xícara de cacau puro em pó
1/2 xícara mais 2 colheres de sopa de água fervendo
60 gr de chocolate amargo ralado[*usei 99% cacau da Scharffen Berger]
2 ovos grandes
2 gemas de ovos grandes
1 colher de chá de extrato puro de baunilha
2 e 1/2 xícaras de açúcar [*coloquei somente 2]
1 e 3/4 xícaras de farinha de trigo
3/4 colher de chá de sal [kosher]
80 gr de chocolate meio amargo picado [*usei 60% cacau da Scharffen Berger]
2 xícaras de coco ralado
Flor de sal para salpicar

Pré-aqueça o forno em 350ºF/ 176ºC. Unte uma forma retangular com azeite.

Numa vasilha grande bata com o batedor de arame o cacau em pó e 1/2 xícara mais 2 colheres de sopa de água fervendo, até dissolver bem. Adicione o chocolate amargo [usei o 99% cacau] ralado e bata até o chocolate derreter completamente. Adicione o azeite e bata. Depois adicione os ovos, as gemas e a baunilha e continue batendo até ficar bem incorporado. Junte o açúcar e bata até tudo ficar bem incorporado. Usando uma espátula, coloque a farinha e o sal, combinando bem. Coloque os pedaços picados do chocolate meio amargo [usei o 60% cacau] na massa e misture bem com a espátula.

Coloque metade da massa na forma untada com azeite, espalhe por cima 1 xícara do coco ralado. Cubra com o resto da massa. Espalhe por cima a 1 xícara restante de coco ralado, salpique flor de sal por cima e leve ao forno por 30 minutos. Transfira a forma do forno para uma grade e deixe esfriar completamente. Depois de frio corte em quadradinhos. Esse brownie solidifica somente depois de frio.

bolo de anis e azeite

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Esse bolinho simpático estava numa Martha Stewart Living de dezembro de 2008. Eu ainda estou tentando organizar minhas revistas, mas cada vez que tento, aparecem mais idéias e receitas marcadas. É um trabalho sem fim. Bom, esse bolinho me interessou de frente por causa da mistura azeite—anis. Outra coisa legal é que faz apenas 4 bolinhos, então não fica aquele monte de sobra, o bolão ressecando e eu tendo que empurrar fatias para os visitantes e passantes. Assim, pequenos, eles desapareceram rapidamente, também porque ficaram uma delícia!

2 ovos grandes
1 gema de um ovo grande
1/2 xícara de açúcar
1 colher de chá de casca de laranja ralada [1 laranja pequena]
1 1/2 colher de chá de semente de semente de anis [erva doce]
1/2 xícara de azeite de oliva extra-virgem
2/3 xícara de farinha de trigo
1/2 colher de chá de sal marinho grosso
1/2 colher de chá de fermento em pó
Açucar de confeiteiro para decorar

Pré-aqueça o forno em 325ºF / 162ºC. Unte quatro forminhas de mini Bundt [onde caiba 1 xícara de massa crua] com azeite. Toste as sementes de anis/ erva doce ligeiramente numa frigideira. Na batedeira bata bem os ovos, a gema, o açúcar, as raspas de laranja e as sementes de anis/ erva doce até a mistura ficar espumosa e cremosa. Junte o azeite aos pouquinhos, batendo sempre. Numa vasilha pequena misture a farinha de trigo, o sal e o fermento com um batedor de arame e junte à mistura de ovos em três etapas, batendo até toda a farinha ficar incorporada. Divida a massa pelas forminhas e asse por uns 20 ou 30 minutos, até a massa ficar firme e dourada. Remova do forno, deixe esfriar um pouco, remova os bolinhos das formas e polvilhe com o açúcar de confeiteiro usando uma peneirinha ou coador. Sirva morno ou frio.

extra-virgem para todos!

Eu ouso comparar a saga das azeitonas californianas—que está apenas começando—com a do vinho californiano, que se desenvolveu a partir da década de 60 e alcançou um patamar de qualidade e de renome mundial. Isso porque um homem, o empreendedor Robert Mondavi, decidiu que colocaria o estado no mapa da vinicultura mundial. Eu acredito que a Califórnia tem potencial para tornar-se completamente independente também no quesito azeite e boas azeitonas de mesa. Os produtores de azeitona do estado parecem estar decididos a mudar esse panorama triste, das azeitonas enlatadas. Eu tenho comprado azeite californiano e não tenho tido nenhum motivo pra reclamar. Alguns fatos sobre as azeitonas daqui, tirados da revistinha sazonal do departamento de Plant Science, da UC Davis.

As oliveiras são originais da Asia Menor e se espalharam pelo Irã, Síria e Palestina seis mil anos atrás e em seguida pelo resto da região mediterrânea. Há documentação que mostra que as oliveiras foram trazidas da Espanha para o Peru em meados do século 16. No século 18 monges franciscanos levaram as oliveiras para o México e depois rumo ao norte, com o estabeecimento do sistema de missões na Califórnia. O primeiro registro de uma oliveira plantada na Califórnia está datado em 1769, na missão San Diego de Alcala.

Pomares comerciais de oliveiras apareceram no final do século 19, primeiramente nos vales do centro e norte da Califórnia. As azeitonas das primeiras colheitas viraram azeite, mas no inicio do século 20 a indústria deu uma guinada, se concentrando na produção de azeitonas para mesa. O desenvolvimento da tecnologia de enlatamento trouxe mais lucros para a indústria do que a fabricação de azeite. Hoje 90% da produção de azeitonas na Califórnia é para enlatamento, com apenas 10% reservada para fazer azeite.

A Califórnia é o único estado do país com uma produção significante de azeitonas comerciais. Aproximadamente 80% das azeitonas consumidas nos EUA vem da Califórnia. O azeite era quase que totalmente importado, mas devido à demanda do consumidor hoje a produção de azeite californiano aumentou consideravelmente. Há previsão de que o volume da produção de azeite no estado aumente em 500 por cento nos próximos cinco anos—te cuida Espanha e Itália!

A Califórnia produz as seguintes variedades de azeitonas:
Para mesa: Manzanillo, Sevillano, Mission, Ascolano e Barouni.
Para azeite: Arbequina, Arbosana, Koroneiki, Frantoio, Mission, Manzanillo e Leccino.

bolo de limão & azeite

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Receita simpaticíssima que encontrei no Serious Eats e que fiz, com relativo sucesso, se descontarmos o fato que o bolo se desmilinguiu totalmente ao ser desenformado—o que realmente não contribuiu para que ele tivesse uma foto à altura da sua gostosura. Segue a receita.

lemon olive oil cake
3/4 xícara de azeite extra virgem, mais um extra para untar a forma
1 1/2 xícara de farinha de trigo
1/2 colher de chá de fermento em pó
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
1/4 colher de chá de sal marinho fino
3 ovos caipiras
1 xícara de açúcar
3/4 xícara de iogurte integral
Raspas de 3 limões [amarelos]

Pré-aqueça o forno em 325ºF / 162ºC e unte uma forma de 20 cm – 9-inch com azeite.

Misture a farinha, o fermento, o bicabornato e o sal com um batedor de arame.

Na batedeira em velocidade alta, bata bem o açúcar com os ovos até formar uma pasta bem clara e fofa, por mais ou menos 5 minutos. Em velocidade media, adicione as raspas do limao e o iogurte. Bata bem e vá acrescentando devagar o azeite. Desligue a batedeira e acrescente a mistura de farinha, batendo bem com uma espátula até todos os ingredients ficarem bem incorporados. Coloque a massa na forma untada e leve ao forno por 45 minutos. Deixe esfriar e desenforme.

óleos especiais

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Esses oleos são, sem sombra de dúvida, o fino da bossa! Produzidos em Woodland, minha cidade vizinha, eles são feitos com os melhores ingredientes, já que esta região onde estamos está abarrotada de pomares de amêndoas, nozes, pistachos. Da linha de óleos do La Tourangelle eu tenho o de avelãs, o de abacate e o de nozes, que na minha opinião é o melhor—com aroma e sabor contagiantes. Minha próxima aquisição será o de pistacho.

Usar esses óleos não requer grande esforço. Qualquer saladinha vira superstar com um molhinho preparado com eles. O de nozes fica ótimo com beterraba ou abóbora assada, o de abacate ficou delightful na abobrinha cortada em fatias fininhas e misturado com limão e flor de sal. O de avelãs também deixou a abobrinha fazer bonito outro dia. Ficam bons com tomate, feijões, rabanetes, brócolis. Na verdade, o céu é o limite para o que se pode fazer com esses magnificos óleos. E eu quero ir testando todas as possibilidades.

comprando azeite

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No Farmers Market, em Davis. Ed, Jeannie e a contentona de cara amassada. Compramos dois tipos de azeite, todos de uma fazenda de azeitonas no Shasta county. Um com meyer lemon, que nós adoramos, suave e citrico, uma delicia.

mais azeite da UC Davis

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No ano passado eu dormi de touca e perdi a primeira festa de lançamento do azeite da UC Davis. Meus amigos foram e me contaram. E eu então contei aqui que as oliveiras estão por toda parte, na cidade e no campus da Universidade da Califórnia em Davis. As árvores se enfileiram por ruas e campos. Na avenida paralela à minha rua há uma grupo delas, lindas, pomposas e ancestrais. Fiquei muito feliz quando a universidade tomou a iniciativa de colher as azeitonas das oliveiras do campus e transformá-las em azeite. No ano passado comprei meus vidros do néctar e este ano marquei no calendário o dia da festa do lançamento do azeite da UC Davis e marquei presença, na companhia da minha amiga Charlene. Chegamos um pouco tarde e ficamos tentando botar o papo em dia, então perdemos alguns dos inúmeros rangos que estavam sendo oferecidos. Compramos tokens para provar quatro tipos de vinhos, de algumas vinícolas e distribuidores locais, que estavam expondo seus produtos. Aqui na Califórnia, festa sem vinho não é festa! Provamos o azeite deste ano, que achamos um pouco apimentado demais para o nosso gosto. Outros produtores de azeite locais estavam expondo seus produtos e concluímos que a variedade das azeitonas aqui tem mesmo um toque ligeiramente amargo. Rodamos pela festa, comemos algumas coisinhas, bebemos dois tipos de vinho branco e dois tinto. O vinho que nós mais gostamos foi o Sauvignon Blanc Chasing Venus da wine company Crew. Um vinho neozelandês leve e delicado, com sabor e aroma bem intenso de grapefruit.

troca por azeite

Pra substituir a margarina ou a manteiga pelo o azeite em receitas, O Trader Joe's publicou uma tabela muito útil e legal de conversão -- [PDF].

Conversão de medidas de margarina ou manteiga para azeite de oliva

MARGARINA/MANTEIGAAZEITE DE OLIVA
1 teaspoon 3/4 teaspoon
1 tablespoon 2 1/4 teaspoon
2 tablespoons 1 1/2 tablespoon
1/4 cup 3 tablespoons
1/3 cup 1/4 cup
1/2 cup 1/4 cup +2 tablespoons
2/3 cup 1/2 cup
3/4 cup 1/2 cup +1 tablespoon
1 cup 3/4 cup

bolo de azeite

Outra receitinha que garimpei no Chow quando procurava por uma sobremesa pra Páscoa. Vi esse bolo no menu de sobremesas do Restaurante Greystone, em St. Helena e achei interessantíssimo. O bolo fica macio e fofo, por causa do azeite, mas não fica oleoso, nem com um gosto forte. É um acompanhamento perfeito para qualquer geléia, especialmente para essa super duper marmalade de limão Meyer com favas de baunilha, que comprei no Farmers Market e ainda não tinha experimentado. Duas palavras: Hmummm Hmummm!!!

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Olive Oil Cake
3 ovos
1 xícara de açúcar
1 xícara de azeite extra-virgem
1 1/2 xícaras de leite integral
1/4 xícara de licor Amaretto
Raspas de uma laranja média
1 1/2 xícara de farinha de trigo
1/2 xícara de cornmeal [um fubá mais grossinho]
1/2 colher de chá de fermento em pó
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 pitada de sal Kosher [um sal mais grosso]
Açúcar de confeiteiro pra enfeitar - eu não usei

Pré-aqueça o forno em 350°F/180ºC. Unte uma forma com manteiga e farinha.
Numa vasilha grande misture bem os ovos com o açúcar, usando um batedor de arame. Adicione o azeite, o leite, o Amaretto e as raspas de laranja. Misture bem. Numa outra vasilha, misture a farinha, o cornmeal, fermento, bicarbonato e sal. Misture e jogue a mistura de ingredientes secos na mistura liquida. Bata com o batedor até incorporar. Não bata muito. Coloque a massa na forma e asse por uns 40 minutos. Deixe esfriar antes de remover da forma.

azeitonas pretas

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Para quem ainda lembra da história das azeitonas que vieram da fazenda no final do verão e que eu até pensei em processar eu mesma— pois elas chegaram ontem. Eram verdinhas, ficaram pretas. Nunca, nem em mil anos, eu iria imaginar que isso fosse possível. Mas é resultado do processo de salmora. Temperei as lindocas com pimenta vermelha em flocos, tomilho e alecrim secos, sal, azeite e vinagre de vinho. Em alguns dias vamos prová-las.

ainda sobre azeite

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É sabido que eu não vivo sem eles. Fui correndinho até a bookstore da UC Davis, onde os azeites produzidos pela universidade estavam à venda. E não fui a única. Tinha muita gente comprando. Eles estão vendendo como "hot cakes" e deve ser por uma boa razão. Ainda não provei, mas tá engatilhado! O outro azeite, o Bariani também é produzido aqui no norte da Califórnia por uma família de italianos. É um azeite grosso e saboroso, percebe-se que é feito de maneira quase artesanal.

Os azeitinhos franceses da A L’Olivier são simplesmente o fino da bossa! Gosto desses que são aromatizados, especialmente o de limão com gengibre. Trouxe uns da França comigo, mas como sempre posso comprar por aqui mesmo. Esse azeite é um daqueles produtos mágicos, que transforma qualquer alfacezinha num manjar dos deuses.

Azeitona vira azeite na UC Davis

Onde quer que se vá, aqui em Davis, vai com certeza encontrar fileiras de oliveiras, a maioria delas árvores bem antigas, que devem ter providenciado sombra para as carroças quando a cidade ainda era uma fazenda pertencente ao campus da UC Berkeley. Eu adoro as oliveiras, mesmo sabendo que elas fazem uma sujeira danada. Aqui ao lado da minha vila, na First Street, tem uma fileira delas, que fazem o chão ficar seboso e enegrecido durante certa época do ano.

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Sempre tive um sentimento de pena vendo todas aquelas azeitonas sendo desperdiçadas. Nos dez anos que vivo aqui em Davis, vi uma única vez uma família com escadas e latas pegando algumas das azeitonas. Talvez não valha a pena, não sei. Eu mesma nunca tentei, porque não vou dar micão, sozinha, com uma escada e balde no meio da avenida, e minha família iria me internar se eu sugerisse que eles me ajudassem numa empreitada dessas. Mas felizmente os cabeças da UC Davis refleriram sobre o desperdício e decidiram aproveitar, ao menos as azeitonas que pululam pelo campus. Nesta semana foi lançada uma linha de azeite & vinagre. Perdi o evento inaugural, mas vou ver onde estão vendendo esse azeite, pois ele já está na minha lista de "must have". Meus amigos Allan e Alison não dormiram de touca, foram e compraram o azeite!




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